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sexta-feira, 10 de junho de 2011

VIDAS REPETIDAS


Cegos de medo e ódio
Não enxergam nada a sua frente.
Mutilados pelo estado,
Servindo até a morte,
Um trabalho de dor,
Cavando um poço onde os seus próprios
Corpos serão jogados.
Não fazem nada para amenizar isso,
Não fazem nada para criar vida,
Apenas assistem a caixa preta da verdade!
Cegos de tédio e de esperança,
Não enxergam nada a sua frente,
Mutilados pelo estado,
Cavam um buraco de lama,
A qual chamam de existir.
Da lama surgem escrituras
Do que fazer e de como agir,
E isso se reproduz no meio
Do esterco!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

SUICÍDIO


Cada um escolhe seus uns,
Cada um escolhe seu caminho,
O da esquerda ou da direita.
Cada um escolhe seu lugar,
Urbano ou rural.
Cada um escolhe sua forma,
Defesa ou ataque.
Cada um escolhe seus meios,
E eles não vão justificar seus fins.
Cada um escolhe
Se quer colocar uma corda na garganta!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

VIVENCIA PUNK SUBURBANA


Andando nas ruas sentindo o caos,
Cachorros de rua mendigos e lixo.
Poeira e restos, idéias e desejos.
Latas de coka e latas de cola...

Retalhos de vidas, a ultima dose.
Me rola o cigarro na segunda.
Sinuca, botecos, praças...
Amigos, inimigos, desconhecidos.

Vivendo a igualdade todos os dias,
Na prática. nas formas. no agir.
Sinceramente rebelde...
Sinceramente marginal...
Punk!